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Feito
para GRANDES
e Pequenos
Criada
para agradar às federações pequenas, a Copa do Brasil transformou-se
no atalho perfeito pra os grandes chegarem à Libertadores
» Fugindo
do Vexame
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| Paulo
Egídio festeja o gol |
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Quando
assumiu a presidência da CBF, em 1989, Ricardo Teixeira excluiu as federaçõs
pequenas da Primeira Divisão. Para redimir-se, criou um torneio com
todos os campeões estaduais, a Copa do Brasil. Nada de novo. em 1959,
a antiga CBD havia lançado a Taça Brasil, uma espécie de Campeonato
Brasileiro, pois era a única competição nacional entre clubes.
No início, a Copa do
Brasil não foi bem aceita pelos grandes times, que não apostavam na
popularidade do torneio. Todo mundo mudou de idéia quando a CBF anunciou
que o título da Copa garantia um lugar na Libertadores. Bem mais fácil
que lutar pela outra vaga no Campeonato Brasileiro.
O Grêmio levou o prêmio
da Copa de estréia com um time que mesclava os veteranos Edinho (zagueiro)
e Mazaropi (goleiro) com os jovens meias Assis e Cuca. Começava ali
a tradição de se dar bem no torneio: o time já acumula três títulos
e três vices. A primeira Copa também é lembrada por surpresas como o
Sport, que foi à Final, e o Goiás, que chegou à Semifinal, despachando
Atlético Mineiro e Internacional.
Fugindo
do Vexame
» Feito
para Grandes e Pequenos
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Depois
de apanhar em casa para o Grêmio por 5x0, o Mixto, de Cuiabá,
arrumou um jeito de escapar de vexame maior no segundo jogo. A
diretoria do clube alegou à CBF que não conseguia passagens de
avião para chegar a tempo em Porto Alegre. A entidade aceitou
o pedido e deu a vitória por W.O. para o Grêmio, considerado oficialmente
vencedor por 1x0. |
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